Miniaturas: colecionar para enfeitar

Alguns posts atrás contei sobre minhas coleções do passado, minha falta de interesse por elas anos depois e minha paixão por miniaturas agora, depois de velha. Não posso dizer que faço, fielmente, uma coleção. Mas assim como os nossos pratinhos na parede, veja aqui, foram sugestão da nossa arquiteta, as miniaturas também foram incentivo dela.

Temos um painel grande na sala de tv e nele não havíamos previsto colocar nada. Foi aí que as miniaturas chegaram para colorir a bancada preta. A cada nova viagem, eu e Bruno buscamos um bonequinho ou um símbolo do lugar para colocar aqui em casa. Se não acharmos nada ou tudo for bem feio, preferimos não trazer. Por isso não falo que é uma coleção de miniaturas tão fiel. Não fico por aí atrás, não troco, não saio comprando pela internet, nada disso que um colecionador de verdade faz.


Da Rússia, trouxemos as matrioskas, também conhecidas como bonecas russas. Elas têm tamanhos variados e são feitas de madeira, colocadas umas dentro das outras. Podem ser 6 ou 7 bonequinhas. Elas simbolizam a ideia da maternidade, da fertilidade, do amor e da amizade. Para os russos, presentear alguém com uma matrioska é um sinal de grande afeto e desejo, de vida longa e feliz. Por isso, assim que cheguei, achei que elas mereciam um lugar de destaque e as coloquei nesta cúpula, comprada na La Ville. Estas bonecas são o principal símbolo da Rússia e são tão importantes que em 2001 ganharam um museu só pra elas, em Moscou.


Dos demais países do leste Europeu que visitamos, trouxemos os bonequinhos dos Vikings, termo habitualmente usado para se referir aos exploradores, guerreiros, comerciantes e piratas nórdicos que invadiram, exploraram e colonizaram grandes áreas da Europa e das ilhas do Atlântico Norte a partir do fim do século VIII. Elas eram da Noruega, da Suécia e da Dinamarca (onde estivemos).



De Portugal e da Espanha trouxemos os símbolos maiores de cada país. O galo e o bonde portugueses e o touro, espanhol, lindo, todo feito em micro pedaços de azulejo.

Na visita a Dubai e Abu Dhabi, escolhemos duas miniaturas de vidro e uma feita manualmente - a do canelo, pra variar ainda mais nossa coleção.

Da esquerda pra direita, o Burk Al Arab, prédio em formato de vela que abriga um luxuosíssimo hotel 7 estrelas - um dos mais caros do mundo. Entramos nele e ficamos, de fato, impressionados com tanto luxo. tem ouro pra tudo quanto é lado. Tá certo que a decoração colorida é de gosto meio duvidoso. Cehaga a ser tão brega que é chique. Enfim, não poderíamos voltar de lá sem uma miniatura desse prédio singelo, né? O Burj Al Arab foi construído sobre uma ilha artificial de 280 metros fora da praia de Jumeirah, conectada à ilha principal por uma ponte curva particular. É um ícone, criado para simbolizar a transformação urbana em Dubai.


Ao meio o Burj Khalifa, atualmente o edifício mais alto do mundo. É o maior arranha céu construído pelo homem. Tem 828 metros de altura e 160 andares. A obra começou em setembro de 2004 e foi inaugurada em janeiro de 2010. Lá há apartamentos privados, hotel, restaurante e a parte turística, onde fomos. É espetacular ver Dubai lá de cima. Também não voltar´piamos dos Emirados Árabes sem essa miniatura.


E à direita, nosso camelo, lindo! O animal fundamental para a sobrevivência dos beduínos no deserto. Ele carrega grandes cargas, resiste ao sol e pode armazenar grande quantidade de água no corpo. Além disso, produzem carne e leite. Até tomei sorvete de leite de camela lá. Em Dubai, apesar de todo luxo e modernidade, muitas pessoas ainda vivem no deserto como os antepassados.

Você faz alguma coleção, de quê, por quê? deixe aqui um comentário. Lá no youtube também tem vídeo sobre o tema. Basta clicar aqui.

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